O que fazer quando Seu pior pesadelo sobre calibração de equipamentos se tornar realidade?

Ninguém espera pelo pior – pelo menos não a maioria das pessoas. No entanto, também a maioria das pessoas procura se precaver contra percalços, fugindo de prejuízos desnecessários. É o caso da contratação de seguros, vistorias e manutenção preventiva. Na indústria, por exemplo, qualquer problema causado pela falta ou inadequação da calibração como fator preventivo pode tomar proporções gigantescas e até mesmo fatais.

 

Falta de calibração pode gerar surpresas desagradáveis

Uma das questões que envolve a falta de manutenção preventiva ou de calibração nos instrumentos de medição é que não se pode prever onde o problema vai estourar – e qual será o seu tamanho.

De um simples vazamento podem ocorrer intoxicações, queimaduras e envenenamentos, gerando prejuízos que podem chegar a milhares de reais dependendo da quantidade de funcionários afetados e a gravidade da situação.

Os gastos, nesse caso, podem se multiplicar indefinidamente. Podem começar com um simples afastamento, por exemplo, que dependendo da função exercida e do tempo pode demandar substituição temporária da mão de obra.

 

Gastos que se multiplicam

Além do gasto extra com a contratação de um novo colaborador, ainda que temporariamente, podem haver gastos com hospitais, médicos e medicamentos se não houver um plano de saúde empresarial cobrindo os funcionários. Isso sem falar em possíveis ações judiciais por conta da falta de segurança no trabalho e indenizações em caso de invalidez ou morte.

Por outro lado, esse simples vazamento pode se transformar em uma explosão ou incêndio, afetando não apenas a vida dos trabalhadores, mas também a estrutura física da empresa. Os danos podem ser tão grandes, que chegam mesmo a decretar o fim do empreendimento. Assim como a vida, alguns prejuízos são irrecuperáveis.

A verdade é que acidentes acontecem, mas a maioria deles pode ser evitada. As normas de segurança no trabalho procuram evitar danos humanos e materiais, mas existem bários outros fatores que, ainda que não especificados pela lei, podem contribuir para a segurança da empresa.

 

Sem calibração dos instrumentos de medição não há controle de qualidade

O que alguns gestores encaram como custo, para outros é investimento. É o caso das manutenções preventivas e da calibração regular dos instrumentos de medição. Não é à toa fazem parte dos quesitos necessários para uma gestão qualidade eficaz e para a obtenção de diversos certificados, como os ISO 9000.

Essas regras procuram garantir a melhor qualidade possível do produto ou serviço para o consumidor final, mas se refletem também na economia da empresa.

A quantidade adequada de matéria prima, por exemplo, se por um lado faz com que a produção responda aos critérios padrão do mercado, mas também evita o desperdício de material.

Quando mal calibrados, os equipamentos industriais fazem falsas leituras ou leituras incorretas que podem ocasionar excesso de substâncias sem necessidade.

Menor vida útil dos equipamentos

Além de um maior consumo de energia, que impacta negativamente o orçamento mensal da empresa, sem calibração e manutenção preventiva, a vida útil dos equipamentos é drasticamente reduzida. O gestor acaba tendo mais gastos com manutenção corretiva e, muitas vezes, com a substituição da máquina. Há um ponto em que as peças não podem mais ser substituídas ou o dano é tão grande que impacta todo o equipamento de uma vez.

O pior é quando esse tipo de situação acontece pegando o gestor de surpresa, com o orçamento apertado ou com grande quantidade de encomendas e o prazo curto. Nesses casos o período ocioso na produção pode causar um imenso prejuízo financeiro além da troca do equipamento.

Entrega atrasada, cancelamento de contratos, perda de clientes e, consequentemente, enfraquecimento da marca no mercado, rejeição e perda do poder de competitividade são as consequências mais comuns.

 

Calibração deve seguir normas específicas

Por outro lado, a calibração de instrumentos de medição deve ser feita por pessoal qualificado, de acordo com as regras determinadas pela Rede Brasileira de Calibração (RBDC), que reúne os laboratórios autorizados pelo Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) a realizarem esse trabalho.

É importante lembrar que o laudo de calibração só tem validade para certificações como as ISO quando traz o selo da RBC. Laudos oferecidos por empresas não credenciadas não tem valor em audições e não garantem resultados corretos. É mais um exemplo de quando o barato sai caro.

Por isso, a calibração de instrumentos aliada à manutenção preventiva é essencial para reduzir custos e evitar problemas graves de segurança no trabalho, danos físicos aos equipamentos e à estrutura do empreendimento, e evitar o enfraquecimento da marca no mercado e a perda da competitividade.

 

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